Joana Azeredo, uma das investigadoras envolvidas no estudo, refere que este gel tem uma capacidade de atuação em poucos minutos e uma elevada taxa de eficácia sobre “bactérias que são resistentes aos atuais fármacos”, num produto “muito menos agressivo” e livre de níveis tóxicos.
O objetivo é disponibilizar no futuro um gel antibacteriano à base de proteínas, não tóxico e que seja capaz de eliminar 90% das bactérias colonizadas em feridas crónicas.
Antes de avançar para o processo de certificação do produto pela autoridade norte-americana Food and Drug Administration (FDA), que irá aprovar ou não a colocação do produto no mercado, a fórmula desenvolvida pelos investigadores portugueses vai ser sujeita a vários testes em laboratório. Depois de validado nesta fase, o produto avança ainda para testes de toxicologia com pessoas saudáveis, passando só depois ao processo de licenciamento.


