Os jovens foram a grande fatia dos visitantes da feira e dos vários painéis do congresso. Ampliar conhecimentos teórico-práticos, pesquisar materiais “mais em conta” e espreitar o estado atual do mercado de trabalho na medicina dentária estiveram entre as principais motivações. “Estou no último ano do curso de medicina dentária e estou a ver o que há disponível no mercado. Em princípio deverei ter trabalho. Agora, é aprender ainda mais com os oradores”, disse Gabriela Castro, do Instituto Superior de Ciências Médicas – Norte, no Porto.
No que diz respeito aos expositores, a certeza de que 2012 será um ano vital, porém, a convicção que a Expo-Dentária foi positiva para o negócio. Apenas alguns não ficaram agradados com a organização do certame. As empresas localizadas no piso 1 queixaram-se do mesmo: “na tarde de 5ª feira anunciaram que a exposição também estava aqui em cima”, referiu Ana Rogeiro, da SIN Implantes.
Já Ana Galvão, da BTI, mostrou-se bastante satisfeita com os resultados alcançados com nova presença em Lisboa. “Apresentámo-nos com uma nova imagem e tivemos muitos curiosos. As pessoas mostraram-se agradadas com o que viram”, regozijou.
Crise foi uma palavra que Hugo Costa, da Pierre Fabre, não quis ouvir falar. “O balanço é muito positivo. Partilhámos opiniões com membros da classe, oradores, alunos, futuros dentistas…muito, muito bom”, referiu. Relativamente à organização do evento, uma opinião já divulgada anteriormente. “A OMD tem-nos habituado a grandes congressos. Este foi apenas mais um”, finalizou.