Tanto a organização, como a maioria dos expositores da Expo-Dentária se mostraram satisfeitos com o interesse manifestado pelos visitantes este ano. “É um êxito porque acho que tanto os colegas, como os expositores estão contentes com o trabalho realizado. É um trabalho que tem sido feito no passado e um crescimento que tem sido sustentado no tempo”, disse à SAÚDE ORAL Ricardo Faria e Almeida, presidente da comissão científica do Congresso.
Este ano, a cerimónia oficial de abertura do Congresso contou com a presença do humorista Nilton, o que dividiu opiniões, mas que contou com grande afluência. “Todos nós temos direito a uma opinião, a concordar ou discordar, mas a resposta é dada pela presença e interesse que os colegas demonstram”, referiu Ricardo Faria e Almeida. “As pessoas lembram-se do congresso por determinado tipo de momentos, como este, e a nível internacional cada vez mais são criados este tipo de momentos”.
Orlando Monteiro da Silva, bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, deu as boas-vindas aos presentes e agradeceu ainda a presença do ministro da Saúde, Paulo Macedo, bem como do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Luís Campos Ferreira, que sublinhou a necessidade da aposta a nível da cooperação portuguesa com os países lusófonos em três grandes áreas: educação, capacitação institucional e saúde.
Orlando Monteiro da Silva não deixou passar em branco a polémica gerada pelas declarações do bastonário da Ordem dos Médicos sobre os médicos dentistas poderem ou não passar atestados médicos e respondeu: “a verdadeira resposta é dada pelos 8000 médicos dentistas diariamente nas clínicas perante quem nos avalia: os nossos doentes”.
Nota: Ler o artigo na íntegra na próxima edição da SAÚDE ORAL