A entrada dos dentistas nos centros de saúde passou a ser uma realidade. Uma medida fundamental na opinião do bastonário Orlando Monteiro da Silva e são cada vez mais os centros de saúde a disponibilizar consultas. Ainda assim há quem considere esta uma medida meramente política.
O ano começou com a tomada de posse da nova direção da OMD e da SPEMD.
A utilização das amálgamas dentárias também esteve no centro das atenções, mas a sua proibição ficou adiada para 2020.
A questão do IVA nos implantes dentários também deu que falar, assim como a fusão das faculdades no Porto e a investigação à FMDUP.
O excesso de médicos dentistas também esteve em discussão, com os jovens dentistas a alertarem para o problema. Portugal também recebeu o congresso europeu de jovens médicos dentistas.
O mundo assistiu ainda ao referendo britânico sobre a permanência ou não na União Europeia e muito se falou no Brexit e nas implicações para os médicos dentistas portugueses a trabalhar no Reino Unido, bem como nas implicações para o mercado dentário.
2016 foi ainda o ano em que se falou do Código Deontológico Europeu, em que António Vasconcelos Tavares recebeu o título de Professor Emérito da UL e em que o grupo O Meu Dentista pediu insolvência.


