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Amálgamas dentárias

Amálgamas dentárias: proibição total só será decidida em 2020

amálgamas dentárias Saúde Oral

A Comissão Europeia, o Conselho Europeu e o Parlamento Europeu discutiram no início deste mês o novo Regulamento Europeu sobre Mercúrio, incluindo a sua utilização nos cuidados médico-dentários. E apesar de já ter sido decidido que as amálgamas dentárias com mercúrio seriam banidas em crianças com menos de 15 anos e em mulheres grávida e a amamentar em julho de 2018, a proibição total da sua utilização só será decidida em 2020 e poderá só ser implementada em 2030.

Este acordo foi alcançado durante a reunião que juntou as várias instituições europeias e onde ficou decidido que cada Estado-Membro que deverá apresentar um plano nacional para a redução da utilização das amálgamas dentárias até julho de 2019.

“Com este acordo, a Europa dá um importante passo ao devolver à liderança mundial a implementação da Convenção de Minamata. Estes passos, no sentido da retirada da amálgama dentária, irão ter repercussões em todo o mundo”, defende Elena Lymberidi-Settimo, do European Environment Bureau.

De acordo com números da União Europeia, as amálgamas libertam cerca de 75 toneladas de metais pesados tóxicos na UE todos os anos. E apesar da Comissão Europeia considerar este material seguro para os pacientes, já vários estudos demonstraram que as amálgamas dentárias podem causar envenenamento por mercúrio em populações mais suscetíveis.

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