Apesar de reconhecer que a empresa trabalha com “médicos de prestígio”, a OM manifestou reservas a segundas opiniões emitidas sem observação e interação com os doentes, e sem conhecimento adequado do seu histórico, considerando tratar-se de um “ato médico incompleto”.
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) admite que, se houver alguma consequência grave para um doente em função do parecer dado pela BMOp, a responsabilidade “só pode ser imputada ao profissional em causa e nunca à empresa, porque esta não está regulada por ninguém”.
O preço de base por cada parecer da BMOp ronda os 100 euros. Segundo Pedro Meira e Cruz, diretor da BMOp o serviço é “personalizado e diferenciado”, na medida em que há sempre uma conversa presencial, do ponto de vista administrativo, em que o doente apresenta todos os exames e informação de que dispõe.


