Os dermatologistas da unidade hospitalar de Barcelona e os investigadores do Instituto Hospital do Mar de Investigações Médicas (IMIM) “descobriram que a proteína NcoR, que regula a transcrição genética (processo de transferência de informação do ADN), tem um papel chave na evolução do melanoma maligno.”
A descoberta indica que a distribuição da proteína NcoR no interior das células tumorais é um indicador da previsão da evolução do melanoma maligno, mesmo em fases iniciais da doença.
“É muito importante detetar o melanoma maligno em fases iniciais para poder tratá-lo, mas também há que dispor de marcadores fiáveis que nos permitam prever a sua evolução”, explicaram os cientistas responsáveis pela descoberta.
Até agora não existiam marcadores de prognósticos a nível molecular que indicassem a evolução desta doença.


