De acordo com o Boas Notícias, que cita um comunicado do IST, “esta tecnologia constitui-se como uma alternativa à radiografia tradicional e vai ser aplicada em áreas como a medicina dentária ou a traumatologia e para o diagnóstico de doenças como o cancro.”
A tecnologia em que o projeto se baseia “já existe para a luz visível, denominada por imagem plenóptica, que consiste em usar um sensor de fotografia capaz de registar a imagem e a direção dos raios de luz.”
Com o novo método, depois do uso do sensor, a informação é processada para reconstruir uma imagem em profundidade, passando de um pixel a duas dimensões para um elemento de volume a três dimensões.
“Esta nova tecnologia permitirá realizar imagens com menor dose de raios-X, contrariamente às tecnologias utilizadas atualmente, que pelo risco associado à radiação ionizante, são reservadas aos casos mais graves”, explica o IST em comunicado.
O estudo vai receber um financiamento de 3,99 milhões de euros, dos quais 760 mil euros vão ser entregues a Portugal para serem usados durante os próximos quatro anos.


