Os cientistas do Johns Hopkins Kimmel Câncer Center verificaram que o fármaco G202 atua como uma “granada molecular” ao destruir tanto as células cancerígenas, como o sangue que lhe está associado, sem interferir com os tecidos e as células saudáveis do organismo, avança o portal Boas Notícias.
Denmeade Samuel, autor do estudo, referiu que o objetivo é “tentar reestruturar a substância tóxica transformando-a numa droga que pode ser usada para matar o cancro humano”.
“O interessante é que o cancro ativa a sua própria morte”, sublinhou John Isaacs, um dos cientistas envolvidos na investigação. Quando o G202 encontra os tumores, estes libertam uma proteína que ativa os agentes do fármaco capazes de matar as células cancerígenas e os vasos sanguíneos que o alimentam.


